VICRLDA: GNOME BOXES … cadê o modo bridge ???

Certa vez, lendo as discussões num fórum sobre Linux, me deparei com a declaração de um usuário que afirmava o seguinte: “Em grande parte, os desenvolvedores do projeto GNOME encaram a própria bandeira à níveis extremos – simples e fácil de usar (…) E como consequência, suas aplicações carregam esse DNA intrinsecamente”. Na época, honestamente não fez muito sentido para mim. Além disso, um questionamento aflorou particularmente: E o que há de errado? Isso é bom, não? Bem, e a resposta é SIM e NÃO. Continue lendo para entender melhor!

Se você, caro leitor, ficou empolgado com o Ansible mas não teve êxito no último laboratório, peço desculpas pois sim, foi minha culpa 😦 Para o sucesso deste é necessário fazer um pequeno workaround, gambiarra, ou melhor, uma solução alternativa, para soar mais bonito (rsrs) Em minha defesa, e fazendo o papel de advogado do diabo, o que aconteceu foi que travei em determinado ponto da prática, enquanto escrevia a teoria (o POST em si) ao mesmo tempo. Dessa maneira, pesquisei sobre o erro no Google, encontrei, corrigi e voltei a escrever como se nada tivesse acontecido, como se o BUG não existisse (quase que cantarolando de tanta felicidade, haha)

Eu sei que o título já entrega muita coisa, quando exponhe logo de cara sobre o que abordará, indo até o cerne e apontando o problema … Mas, mesmo assim, peço um pouco de paciência para os fatos, capturas de tela e explicações a seguir:

Acredito que o primeiro impulso de todo administrador/engenheiro de sistemas quando loga em uma máquina é verificar qual IP ela pegou. Portanto, vamos abrir o boxes e iniciar a VM. Feito isso, execute o comando que lista tais informações:

Figura 01. ip addr show

Observe atentamente para a faixa de rede atribuída (/24), neste caso sendo 10.0.2.X, e o endereço 10.0.2.15 … Guarde-a bem pois utilizaremos em um dos testes mais básicos para validar a comunicação entre máquinas: o ping.

Deixando aberto o terminal convidado, e liberando o teclado (CTRL+ALT da esquerda), dirija-se até o terminal hospedeiro, no meu caso o Pop_Shell, e digite ping -c 5 10.0.2.15

Figura 02. Pingando do HOST para o GUEST

Exatamente! Não conseguimos enxergar o CentOS 8, porque a interface é automaticamente configurada no modo NAT, processo esse considerado interno, do próprio GNOME Boxes. O porém aqui reside no fato de que não há outra opção de rede para a interface dessa ou qualquer outra máquina que esteja rodando sob o boxes. Isso porque o ecossistema GNOME Shell (interface gŕafica + aplicativos) tentam manter sempre tudo o mais simples possível. Recordam do lema deles?? Pois é, isso mesmo! Resultado: não sobra muito espaço para customizações e afins, já que a margem é quase inexistente, ínfima na maioria das aplicações 😦

Caso sirva de consolo, e graças a lógica de funcionamento do NAT, você não fica completamente isolado uma vez dentro da VM, pois a máquina visualiza sua rede doméstica/corporativa além de sair para internet sem nenhum problema.

Figura 03. Ping para a rede local e saída pela internet

Localize a pasta onde fica armazenada o disco virtual do CentOS, e copie o seu caminho completo:

Figura 04. /home/user/.var/app/org.gnome.Boxes/data/gnome-boxes/images

Instale o virt-manager no sistema hospedeiro. Disponível na Pop_Shop! ou visitando o site oficial (https://virt-manager.org/) e baixando.

Quando concluído, abrir e ir na opção Arquivo > Nova Máquina Virtual > Importar imagem de disco existente

Figura 05. QEMU/KVM

Botão “Avançar”, forneça o caminho navegando até ele ou cole aquele copiado mais cedo:

Figura 06.

Defina quanto de memória e CPU:

Figura 07.

Revise as configurações e por fim, botão “concluir”:

Figura 08.

Listada como ‘centos8’, clique com botão direito e escolha ‘executar’

Figura 09.

Em seguida, botão “abrir” para visualizar a console:

Figura 10.

Menu superior, aba “Ver”, opção “Detalhes”

Figura 11.

Um clique simples sobre o ícone ” NIC :b3:de:40 ” e copie exatamente de acordo com a captura abaixo:

Figura 12.

Aplique as alterações antes de fechar, retorne a console da máquina, e verifique o IP da interface:

Figura 13.

Finalmente, repita o teste do ping em ambos os sentidos da comunicação (HOST > GUEST e GUEST > HOST)

Figura 14. VM alcançando o hospedeiro tanto via IP quanto hostname
Figura 15. Sucesso total !!! Pop_OS enxergando a VM

Conclusão: a partir de hoje use sempre o virt-manager para executar a máquina devido a possibilidade de mais modos de rede para a interface!

VICRLDA: dual-boot , pop!_os , gnome boxes , vpn checkpoint e novo workflow

Saudações terráqueos !!! Meu nome é VICRLDA-1-5-92 ... Sou um mensageiro intergaláctico, venho em paz e trago comigo um comunicado. Na verdade, trata-se de um sucinto relato sobre acontecimentos particulares ocorridos neste último mês e meio aqui na Terra, período no qual meu mestre e senhor (Victor, o grande) estava afastado e impossibilitado de deslocamento para vir lhes anunciar pessoalmente. Enfim, devaneios à parte, logo abaixo segue a transcrição da mensagem! Câmbio, desligo.

Olá pessoal ! Que bom revê-los e estar de volta após mais uma breve pausa! Não exatamente proposital, eu confesso, mas também não estava nos planos ficar tanto tempo sem postar nada. Quase 45 dias já se passaram desde o nosso último encontro, ocorrido em 09 de agosto. De lá pra cá, talvez a notícia mais importante (pelo menos pra mim) é que fui alçado e agora sou um especialista nível 03 no meu local de trabalho. Formalmente, e internamente, trata-se do setor de infraestrutura e operações, ou simplesmente setor de SUPORTE, como é o caso de muitas empresas aqui no Brasil. Redes, Banco de Dados, Segurança, Linux e Windows Server, são apenas alguns dos elementos que compõem e dão forma ao departamento de Infraestrutura de TI de uma organização. Usualmente, esse digamos “guarda-chuva”, está sob a tutela de um gerente que responde a um diretor técnico que recebe orientações do diretor-presidente. A nomenclatura varia um pouco, é claro, e outros protagonistas adicionais existem, coexistem, ou deixam de existir nesse organismo vivo chamado Governança Corporativa (estude COBIT 5 para saber mais!). Bom, e o que isso tem haver comigo? Não, não falo de você, estou perguntando a mim mesmo … rsrs! Esse reconhecimento enquanto profissional de TI só foi possível graças aos esforços com o Ansible, que dentro da empresa começou designado a mim como projeto piloto (de testes). E uma vez que apresentei os resultados inicias, muito positivos e relevantes, diga-se de passagem, foi dado o START para colocá-lo em PRODUÇÃO, com mais recursos e pessoal alocado.

No meio do caminho, enquanto trabalhava no projeto, utilizava como hospedeiro e sistema operacional principal da máquina o próprio Windows 10. Nada demais, ou contra, mas o sentimento que me acompanha já faz certo tempo, é que a “janela” da Microsoft não me satisfaz em termos de desempenho, velocidade e produtividade. Ainda mais quando se usa um hardware modesto a simples. Os maiores “pecados” estão concentrados principalmente no gerenciamento de memória e I/O. Tenho instalado 8 GB de RAM e HD convencional de 5400 rpm com um WINDOWS Limpo (fresh install, sem blotware dos fabricantes). E após um determinado período de tempo (semanas, dias, horas), especialmente se você assim como eu tem o costume de suspender/hibernar o PC ao invés de desligar toda vez, a configuração atual deixa de ser suficiente para rodar, testar, e trabalhar com diversas máquinas virtuais, mesmo estas colocadas em modo texto. O SO vai gargalhar, e verá seu uso de RAM chegar a 85/90 por cento da capacidade total. E o pior, boa parte sendo alocada para o Windows e seus incontáveis processos em segundo plano, e inúmeras atualizações pendentes, constantemente ignoradas no estado HOLD, mas que continuam ocupando espaço lá na escassa e suada memória RAM.

Somente então a partir daí que tomei a atitude de, não eliminá-lo, mas sim trocá-lo por um jogador de peso e mais experiente: Kernel Linux + Distro Pop_OS! ( … ) Quando o assunto é agilidade, ganho de tempo e mais fluidez no workflow de um sysadmin ou dev, incontestavelmente, LINUX > Windows … Ei pessoal, levem na esportiva, afinal é apenas uma opinião pessoal deste autor que vos escreve! Ok? Feito as pazes? Adiante então, vamos prosseguir! Meu conselho para você que se encaixa nessa descrição: faça dual-boot, instale qualquer distro de sua preferência (.deb ou .rpm), dê uma chance para o Linux e seja feliz, + rápido + tempo livre pra curtir a vida!!!!

Pois muito bem, caso tenha escolhido o Pop_OS! ou qualquer distro com o ambiente GNOME Shell, verifique na loja de aplicativos e procure por “Boxes” ou “GNOME Boxes”. Encurtando e simplificado bastante, o Boxes está para o VirtualBox assim como o VMware Player está para o VMware Workstation. Ou seja, todos eles são virtualizadores, contudo os primeiros são bem mais limitados de opções e muito mais restritos para ajustes finos de hardware. Então por que utilizá-lo? A primeira pergunta que vem a cabeça, correto? A resposta remonta ao ponto que mencionei mais cedo: produtividade. O GNOME Boxes, assim como tantas outras ferramentas/programas de software livre, apresentam um ás na manga quando se trata de Linux, opensource, enfim, de modo geral no comparativo com outros S.O.s disponíveis no mercado … Integração, meu caro amigo! Integração é a palavra-chave que resume perfeitamente essa relação: núcleo (kernel) < > sistema operacional < > pacotes (software). Tudo isso sai da fábrica quase configurado, ás vezes já pronto, e para todo resto o que falta é a distância de apenas um comando no terminal. Resumindo. Em outras palavras: os “meios” necessários para que um admin ou dev consiga desempenhar tarefas e atividades em diversos tipos de sistemas e ambientes, de forma simultânea, e tendo que optar como base um SO único/hospedeiro … Qualquer distribuição linux oferece enorme vantagem, sendo quase sempre a escolha mais indicada. Pois os ditos “meios”, que na verdade e na prática, são meras ferramentas que já estão presentes, ou rodam nativamente, ou ambos. Além disso, mostram benchmarks ultra rápidos, graças ao gerenciamento de memória e sistema de arquivos diferenciados.

Recapitulando a composição do meu novo workflow, temos: Linux Kernel 5.13.0 + Pop_OS! 21.04 + GNOME Boxes 40.2 + ( … ) Por último, mas não menos importante, o cliente VPN da Check Point Software Technologies Ltd. Uma empresa estadunidense de segurança cibernética com imenso portfólio de produtos, soluções e serviços voltados para a área. E assim, chegamos ao gran finale do dia de hoje … O que é uma VPN? Por que utilizar? Como instalar? Qual tipo estou usando? São perguntas a serem respondidas em outro momento, num futuro próximo.

Adeus, e até breve! 😉

https://www.kernel.org/

https://pop.system76.com/

https://wiki.gnome.org/Projects/GnomeShell

https://www.checkpoint.com/quantum/remote-access-vpn/

VICRLDA: 24 de maio de 2012

Aonde você estava na presente data logo acima? O que estava fazendo naquele dia? Sozinho ou com alguém? … Não, não … Me antecipando, e antes que me perguntem: não, eu não migrei de área, tampouco virei detetive particular ou perito forense. Talvez a minha resposta fosse igual a sua, que acredito ter sido SEI LÁ VICTOR ! NÃO ME LEMBRO !

Pois é, nove anos atrás é tempo demais para recordar eventos tão precisamente assim. No meu caso, somente sou capaz de afirmar com tanta certeza graças ao YouTube. HÃ? COMO É? Mas foi isso mesmo que acabou de ouvir! Senão fosse os três vídeos que estavam privados na minha conta eu também não saberia dizer.

Tudo aconteceu graças ao professor Thiago Gouveia, responsável pela disciplina de Administração de Sistemas Abertos, e docente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB). Estávamos na metade do semestre letivo e como segunda nota ficou definido um seminário online por aluno, que deveria ser disponibilizado na forma de vídeo na plataforma Youtube. Sorteados tais temas, na verdade ferramentas, acabei pegando o Webmin. Ele existe até hoje, e você pode conferir em https://www.webmin.com/

Sendo considerado uma interface para gestão de servidores linux, ou melhor, uma web console para administrar sistemas Unix, o mesmo mostra-se uma excelente ferramenta para aprender e praticar conceitos básicos. Kernel, pacotes, estrutura e organização de diretórios, são alguns deles. Altamente recomendado para iniciantes mas também igualmente aos usuários de longa data, tendo em vista que os objetivos são os mesmos: facilitar a administração centralizando-a em um único ponto, e melhorar a interação tornando-a o mais gráfica possível.

Voltando ao seminário … Decidi transformar minha conta pessoal em um canal público no YouTube. Essa será outra forma de transmitir conteúdo para vocês, além de socializar. Trocaremos ideias, sugestão de novas pautas, tirar dúvidas através dos comentários, e afins. Por enquanto, e como podem imaginar, não há tanto conteúdo nele. Apenas três vídeos que compõem as partes da minha apresentação sobre o Webmin. São elas: 1) introdução e teoria; 2) instalação e configuração no Debian; 3) módulos e exercícios práticos.

Caso possa e tenha interesse, por favor, peço que se inscreva, favorite e compartilhe os vídeos com mais pessoas. Dessa maneira você dará relevância ao conteúdo, ajudará no crescimento da nossa comunidade e no alcance ao compartilhar assuntos opensource internet afora.

Espero que gostem e se divirtam! Câmbio e desligo!

https://www.youtube.com/channel/UCeY2sSz4ueavFyN0rSTgBog

Vicrlda: 1 ano … 25 posts, 3.178 views, 803 visitas, 7 seguidores no WordPress.com :) ;)

Olá mais uma vez 🥳 Vigésima sexta e contando… 31 de março de 2021 marcará o primeiro ciclo de vida deste BLOG 🎉 Há cerca de um ano iniciava a minha empreitada de documentar o máximo de coisas possíveis relacionadas ao mundo da TI. Sejam ferramentas, tópicos ou áreas/nichos (“macros”) da computação a ideia é criar uma verdadeira biblioteca virtual de artigos sobre cada tema que gosto, estudo e abordo aqui com vocês. Estes que irão compor séries, séries que virarão categorias com a adição de notícias e extras sobre a ferramenta em questão (SERIES + NEWS + PLUS). Não podendo negligenciar as TAGS, é claro. Um pequeno sistema que vai listando posts correlatos toda vez que você clica em uma delas. Evidenciando e ilustrando com um exemplo simples: a TAG centos direciona para textos onde o CENTOS é primordial/obrigatório… Seja porque ele é a base da instalação ou porque os alvos (hosts remotos) são centos e precisam ser tratados de acordo… Pacotes .PRM, FirewallD, SELinux, interfaces enp0s3, comandos de rede ip addr ****, etc, etc, etc.

Pontuadas tais informações, vamos agora ao conteúdo de hoje e sua respectiva estrutura, sendo esta última dividida em três partes:

  • Nova categoria “Blog” (…) Qual o significado do POST anterior? (…) O que é BLOG Series???
  • Túnel do tempo
  • Dedicatória a uma pessoal muito especial

METABLOG? UMA SÉRIE EXCLUSIVA PARA TRATAR DO BLOG? OU RECURSIVIDADE (o blog evocando ele mesmo)?

Se permite algumas perguntas: (A) Por acaso ficou assustado com o título do artigo passado? (B) E o texto propriamente dito? Não entendeu também nada? Calma… Respira, inspira, respira, inspira… Medite um pouco… Esvazie sua mente. Pronto! 😁🤭

Continuando o raciocínio. Vamos começar explicando o mais fácil: o corpo, ou melhor, os três parágrafos do post. Deixando claro que não quero subestimar a capacidade de ninguém, pois sei que a grande maioria se trata de profissionais, muitas vezes com anos de experiência. MAS, TODAVIA, CONTUDO, PORÉM, posso estar dialogando com algum leitor considerado novato, iniciante nesse ramo. Ou quem sabe um técnico/analista/sysadmin especializado só na parte de infra, e que talvez não tenha tanto interesse no mundo DEV. Então, sendo assim aqui vai a resposta: Latim… Isso mesmo! Aquela língua morta dos tempos do Império Romano que se verbalizada/falada parece ora uma sequência de palavras no plural, devido ao S no fim, ora uma eterna vibração de cordas vocais graças aos M’s nas terminações 😆😆😆😆 (Linguistas de plantão, por favor não me matem! rsrs). E de onde veio esse negócio de latim Victor? Do Sublime Text é claro, e um plugin específico chamado EMMET. Para conhecer mais clique aqui (https://www.sublimetext.com/) e aqui (https://packagecontrol.io/packages/Emmet)

Agora a outra parte, não diria difícil e sim enigmática: o título do post. Quem já possui certa familiaridade com Linux e terminal ou até mesmo atua na área de redes (seja como engenheiro, administrador, suporte) provavelmente decifrou a mensagem até certo ponto pois conhece cada comando, o operador “;” (ponto-e-vírgula), e principalmente, a saída gerada na tela que é resultante dos mesmos, respectivamente. Falando em output (telas e saídas), segue o que é mostrado quando executado o título da página anterior no bash do Linux:

Figura 01. Saída na tela de comando

E então? Desvendaram? O que eu quis dizer? NÃO?! Pois muito bem, aí vai:

De acordo com as estatísticas observadas (fim da seção), percebo que já tenho uma plateia recorrente, digamos assim “fiel”… E estou feliz demais por isso! De verdade, é alegria que não cabe no peito 😍 O problema que enxergo é: existe visualizações mas não engajamento. Aos que eventualmente discordam de mim, só posso dizer não … Essas duas coisas não são iguais e portanto explico. Visualizações tem haver com o tráfego do portal/site/blog, ou seja, simplesmente acessos e views, ponto final. Em contraste, engajamento é a parcela desse público que interage periodicamente com o autor (eu) e entre si também (respondendo, comentando e ajudando uns aos outros). E é justamente isso que sinto falta aqui 😥 Ainda não temos esse nível de proximidade e por isso faço um pedido (…) Sempre que possível, caso ache interessante o que escrevi, e se por acaso o conteúdo te ajudou de alguma forma, seja no seu trabalho ou faculdade… Por favor, considere compartilhar com seus amigos, curtir e comentar nas postagens. Dessa forma você estará ajudando o BLOG a ter mais relevância em mecanismos de busca para que outras pessoas, como você e eu, encontrem material útil aos seus estudos, laboratórios e práticas.

Por fim, a nova e mais recente categoria BLOG, batizada por mim de BLOG Series. Tive esse lampejo, pequeno momento de iluminação, para uma iniciativa particular. Toda vez que eu quiser interagir com vocês com intuito de definir algo para o futuro, por exemplo, enquetes, consultas, questionários, colocarei no título BLOG Series, classificarei como Blog (rodapé do site), e marcarei com TAG ‘ blog ‘. Ok? 😉

Figura 02. Estatísticas #01 / Painel ADMIN WordPress
Figura 03. Estatísticas #02 / Painel ADMIN WordPress

UMA MÁQUINA CHAMADA O TEMPO

A seguir um compilado de fotos que retratam o início. Com o tema Maganize do WordPress Premium, matriz 5×2=10_textos/pagina, e visual padrão (branco/claro), assim era o BLOG precisamente. ( História + escolha + motivos + mudança ) registrados nesse POST 👇🏻👇🏻👇🏻👇🏻👇🏻

Vicrlda: I’m Alive! Voltei 🙂 Retorno, notas e avisos

Figura 04. Tema Magazine do Plano WordPress Premium
Figura 05. Exemplo de Página/POST
Figura 06. Página HOME / 31 de março de 2020 / 1º artigo publicado

ANTES DE VICTOR HAVIA MARIA ESTELA

Em memória de Maria Estela, minha avó materna. Falecida em 27 de março de 2011. Um câncer a levou, para outro plano, um lugar melhor. Se cheguei aonde estou, foi por causa dela. Devo o que sou, minhas conquistas e sonhos, o homem que me tornei, tudo graças à ela. Obrigado Vovó! TE AMO!!!

👩🏻‍🦳👵🏻🧓🏻

Estela… Do latim, e que significa “estrela”… Ponto luminoso no firmamento… Corpo celeste com intenso brilho e calor próprio… Astro que serve de guia e referência para todo aquele que busca orientar-se à noite… Estelas são estrelas cuja luz jamais morrerá, e sim, iluminarão o espaço infinito universo afora…

⭐🌟🌠☄

Vicrlda: Feliz Ano Novo !!! Cronograma 2021, Férias, Janeiro e Msg ao Leitor :D

Quando você estiver lendo este texto, provavelmente já estarei com o pé na estrada… E de férias do meu trabalho. Mas isso não implica em outro hiato, ou pausa. Não. Muito pelo contrário. Pela primeira vez na vida estou realmente entusiasmado por criar e tocar um projeto pessoal tão singelo, tão reconfortante, quanto gratificante. Tudo isso é fruto, claro, do seu objetivo majoritário: ajudar outras pessoas (profissionais, colegas, pares da área de TI) compartilhando conhecimento e experiências. Mas antes de continuar, o mais importante primeiro:

FELIZ 2021 GALERA !!!! Que este ano que chega nos traga muitas alegrias, conquistas, realizações de sonhos e metas, sejam elas particulares ou comunitárias, pessoais ou profissionais. Além de muita paz interior e saúde, que não podem faltar.

Agora sim, vamos ao restante que quero abordar. Só que por partes 😇 hehehe

. . . Quando afirmei que estava empolgado (aqui e em outras ocasiões passadas), disse isso pois às vezes me pegava divagando e questionando a mim mesmo — “Como pode um simples blog/site causar tamanha euforia e energia dentro de um ser humano?” — (Neste caso, eu) E a resposta, acredito fortemente que seja: a atitude tomada, o passo dado, a ação feita, e não o objeto em si (página web). — “Como assim Victor? Não entendi” — Pois muito bem, eu explico. No dia 31 de março de 2020, data em que criei este blog, uma série de eventos ocorria em minha vida. Fui acometido por uma doença que me fragilizou por oito longos meses; houveram mudanças estruturais e organizacionais no meu trabalho; teletrabalho, remoto ou homeoffice (chame como quiser!) devido a pandemia; questões internas, íntimas e muito pessoais (que não cabem neste post); e a lista segue… Então, foi somente a partir daí que me veio um lampejo, uma faísca, um estalo, para fazer algo, mudar o meu presente, e por tabela mirar o meu futuro — Por que não contribuir com a comunidade que tanto me ajudou ao longo dos anos? — Além disso — Por que não unir o útil ao agradável e desempenhar algo que gosto (desde sempre!) e uma habilidade que desenvolvi graças a minha formação e carreira? — Isso mesmo, acertou 🙂 Escrever e documentar coisas. Essa é a história, foi assim que nasceu o machinesbecomeservices.com 😉 Voltando a resposta para a minha pergunta inicial, se pudesse resumi-la em três palavras, elas seriam: <<< Quebra da inércia >>> Exatamente o que leu. Um dos conselhos que posso lhe dar é: Quebre a sua inércia meu caro. Acabe com o marasmo em sua vida. Espante para longe toda a negatividade que porventura o cerca. Estabeleça pequenas metas, faça pequenos gestos para atingir seu objetivo maior lá na frente. A internet está aí para isso! Nela existem diversas formas de você começar. Seja gratuita ou de forma paga. Busque ajuda com outras pessoas para colocar o seu projeto em prática (caso precise, posso dar uma força 😀) e seja feliz!!!

. . . Janeiro para muitos é sinônimo de férias. E férias é sinônimo de descanso. Sim, essa lógica está correta. Mas, para mim, neste ano, ela termina por aí. — Como assim Victor? — Acontece que minha cabeça está fervilhando de ideias para novos, melhor dizendo, para os próximos posts do blog. Sendo assim, não posso deixar a oportunidade passar e correr o risco de perder/esquecer o fio da meada, a linha de raciocínio. Para ajudar em tal tarefa, e se você está preocupado com o meu bem-estar e descanso mental 😁, farei tudo isso de um local inspirador, de muita paz, e com bastante natureza (detalhe que amo e sempre acalma o meu espírito). Então, fiquem antenados no mês de janeiro, pois haverá muito conteúdo. Só para pontuar os assuntos que aparecerão no cronograma de 2021, aqui vão alguns deles: Zabbix, Universo ‘Docker‘ (Containers, Kuberbentes, Podman, Buildah, Openshift), Cloud e CloudNative, OTRS News e Plus+, dentre outros.

. . . Por último, mas não menos importante, gostaria de sugerir uma dica para o seu 2021. Inspire-se em outros indivíduos que assim como você e eu tiveram que começar de algum lugar, de algum ponto de partida. Se me permite posso dizer os meus:

(A lista acima não apresenta necessariamente uma ordem cronológica, ou de qualquer outra natureza. São apenas sites/blogs que tomei ciência ao longo do tempo, e que de alguma maneira me auxiliaram bem como me inspiraram a contribuir e compartilhar conhecimento)

Um feliz ano novo a todos vocês!!! E nos reencontraremos em breve… Em 2021.

Boas festas!

Vicrlda: I’m alive! Voltei :) Retorno, notas e avisos…

Nota #1: Houve um hiato desde meu último post no dia 22 de junho de 2020. De lá pra cá já se passaram pouco mais de quatro meses e o ano caminha para o fim. Motivo para tal ausência? Problemas de saúde pessoal… 🙁 Entretanto, já estou bem melhor e com a mesma determinação de quando comecei este site/blog 🙂 Além disso, o meu propósito continua o mesmo (para conhecer basta visitar a nossa opção ‘sobre’, ícone menu > barra lateral > aba sobre).

Nota #2: Devemos reconhecer que este ano foi bastante atípico para todos, em diferentes níveis, com desafios distintos. Tanto no âmbito nacional quanto mundial tivemos a pandemia da Covid19 e o isolamento social como forma de enfrentamento e prevenção. Já no campo pessoal aprendemos a trabalhar remotamente (homeoffice), a zelar pelo outro usando sempre máscara uma vez fora de casa, e nesta reta final de 2020, voltamos aos nossos empregos gradualmente de maneira presencial. Por último, na esfera particular deste autor (eu), além de tudo isso elencado, adicione: o fator saúde + mudanças no trabalho + reflexão sobre quem eu sou (enquanto pessoa, filho, irmão, marido, pai e profissional) + aonde quero chegar daqui a 10 anos… Meio filosófico né? 😃 Talvez alguns se identifiquem…

Nota #3: Para comemorar meu retorno ao blog achei por bem mudar o tema (layout) do nosso querido www.machinesbecomeservices.com. Na verdade, honestamente e sinceramente, quando inaugurei o site no primeiro trimestre (em 31 de março), escolhi um visual semelhante a maioria dos websites técnicos que abordam tecnologia: cinco linhas com duas colunas (5×2) sendo cada quadradinho um post. Dez por página no total. Esse layout não é ruim nem há nada de errado com ele. Mas, por questões de gosto, estética e modernidade, optei pelo atual tema que vocês observam. Razões? Amigável, agradável, responsivo, design contemporâneo (segue as novas tendências) e pensado para o leitor (dados como título, início do texto e cálculo do tempo de leitura já aparecem na página corrente do post em questão). Detalhes esses que o tema anterior não apresentava. Resumindo: me sentia ultrapassado e meio datado. Ao contrário desse novo em que enxergo um pé (senão os dois) no futuro. Sendo assim, não precisarei trocá-lo em um tempo próximo. Então, vamos em frente e de layout novo!!!

Nota #4: É a última, prometo, rsrs. Fiquem atentos pois o conteúdo (postagens) será sempre classificado em um dos três tipos que criei. Ou nomes, como gosto de chamá-los, e caso prefira. A seguir, e são eles: Series, Plus+ e News.

SERIES: Toda vez que uma ferramenta/tema/tópico for abordado e identificado no título por esse termo, saibam que trata-se do início de uma série de postagens ou faz parte de um mesmo conjunto prévio e já criado.

PLUS+: Aqui os posts darão continuidade a série da ferramenta presente no título a ser lido. São uma espécie de extra, dica ou macete que aprendi no dia-a-dia. Algumas vezes tive que correr atrás, pesquisando, testando e documentando. Foi aí que me ocorreu a ideia de compartilhar tais dicas/extras separando-os em um contexto à parte.

NEWS: Sugestivo e como a própria tradução do inglês para o português – serão notícias, novidades, atualizações e divulgação de eventos mundo afora. Minhas fontes? Canais oficiais das empresas/organizações responsáveis pelas ferramentas (websites, twitter, contas youtube, newsletter, RSS, etc.)