VICRLDA: GNOME BOXES … cadê o modo bridge ???

Certa vez, lendo as discussões num fórum sobre Linux, me deparei com a declaração de um usuário que afirmava o seguinte: “Em grande parte, os desenvolvedores do projeto GNOME encaram a própria bandeira à níveis extremos – simples e fácil de usar (…) E como consequência, suas aplicações carregam esse DNA intrinsecamente”. Na época, honestamente não fez muito sentido para mim. Além disso, um questionamento aflorou particularmente: E o que há de errado? Isso é bom, não? Bem, e a resposta é SIM e NÃO. Continue lendo para entender melhor!

Se você, caro leitor, ficou empolgado com o Ansible mas não teve êxito no último laboratório, peço desculpas pois sim, foi minha culpa 😦 Para o sucesso deste é necessário fazer um pequeno workaround, gambiarra, ou melhor, uma solução alternativa, para soar mais bonito (rsrs) Em minha defesa, e fazendo o papel de advogado do diabo, o que aconteceu foi que travei em determinado ponto da prática, enquanto escrevia a teoria (o POST em si) ao mesmo tempo. Dessa maneira, pesquisei sobre o erro no Google, encontrei, corrigi e voltei a escrever como se nada tivesse acontecido, como se o BUG não existisse (quase que cantarolando de tanta felicidade, haha)

Eu sei que o título já entrega muita coisa, quando exponhe logo de cara sobre o que abordará, indo até o cerne e apontando o problema … Mas, mesmo assim, peço um pouco de paciência para os fatos, capturas de tela e explicações a seguir:

Acredito que o primeiro impulso de todo administrador/engenheiro de sistemas quando loga em uma máquina é verificar qual IP ela pegou. Portanto, vamos abrir o boxes e iniciar a VM. Feito isso, execute o comando que lista tais informações:

Figura 01. ip addr show

Observe atentamente para a faixa de rede atribuída (/24), neste caso sendo 10.0.2.X, e o endereço 10.0.2.15 … Guarde-a bem pois utilizaremos em um dos testes mais básicos para validar a comunicação entre máquinas: o ping.

Deixando aberto o terminal convidado, e liberando o teclado (CTRL+ALT da esquerda), dirija-se até o terminal hospedeiro, no meu caso o Pop_Shell, e digite ping -c 5 10.0.2.15

Figura 02. Pingando do HOST para o GUEST

Exatamente! Não conseguimos enxergar o CentOS 8, porque a interface é automaticamente configurada no modo NAT, processo esse considerado interno, do próprio GNOME Boxes. O porém aqui reside no fato de que não há outra opção de rede para a interface dessa ou qualquer outra máquina que esteja rodando sob o boxes. Isso porque o ecossistema GNOME Shell (interface gŕafica + aplicativos) tentam manter sempre tudo o mais simples possível. Recordam do lema deles?? Pois é, isso mesmo! Resultado: não sobra muito espaço para customizações e afins, já que a margem é quase inexistente, ínfima na maioria das aplicações 😦

Caso sirva de consolo, e graças a lógica de funcionamento do NAT, você não fica completamente isolado uma vez dentro da VM, pois a máquina visualiza sua rede doméstica/corporativa além de sair para internet sem nenhum problema.

Figura 03. Ping para a rede local e saída pela internet

Localize a pasta onde fica armazenada o disco virtual do CentOS, e copie o seu caminho completo:

Figura 04. /home/user/.var/app/org.gnome.Boxes/data/gnome-boxes/images

Instale o virt-manager no sistema hospedeiro. Disponível na Pop_Shop! ou visitando o site oficial (https://virt-manager.org/) e baixando.

Quando concluído, abrir e ir na opção Arquivo > Nova Máquina Virtual > Importar imagem de disco existente

Figura 05. QEMU/KVM

Botão “Avançar”, forneça o caminho navegando até ele ou cole aquele copiado mais cedo:

Figura 06.

Defina quanto de memória e CPU:

Figura 07.

Revise as configurações e por fim, botão “concluir”:

Figura 08.

Listada como ‘centos8’, clique com botão direito e escolha ‘executar’

Figura 09.

Em seguida, botão “abrir” para visualizar a console:

Figura 10.

Menu superior, aba “Ver”, opção “Detalhes”

Figura 11.

Um clique simples sobre o ícone ” NIC :b3:de:40 ” e copie exatamente de acordo com a captura abaixo:

Figura 12.

Aplique as alterações antes de fechar, retorne a console da máquina, e verifique o IP da interface:

Figura 13.

Finalmente, repita o teste do ping em ambos os sentidos da comunicação (HOST > GUEST e GUEST > HOST)

Figura 14. VM alcançando o hospedeiro tanto via IP quanto hostname
Figura 15. Sucesso total !!! Pop_OS enxergando a VM

Conclusão: a partir de hoje use sempre o virt-manager para executar a máquina devido a possibilidade de mais modos de rede para a interface!

ZABBIX Series: how to … adicionar um host linux ao monitoramento zabbix

Olá, aqui e de volta outra vez ( J. R. R. Tolkien feelings 😊 ) A série não pode parar e por isso, vamos nessa!!!!

Neste episódio veremos como adicionar um servidor linux ao nosso monitoramento. Ué Victor, e por acaso não já o fizemos no POST anterior? E a reposta é: não meus caros, ainda não. Ou melhor, eu diria quase. Não basta apenas instalar o agente zabbix e esperar que ele faça o restante do trabalho, não é bem assim. Mesmo apresentando o recurso de autodescoberta (que vale um artigo num futuro próximo), é bom, e por que não saudável também, aprender a configurar sozinho um host linux na interface web do zabbix.

ADD HOST

Uma vez logado na web console, vá para Configuration >> Hosts >> Create Host

** http://192.168.1.10/zabbix/

username: Admin

password: zabbix

Figura 01

Agora, informe os detalhes para os seguintes parâmetros:

Hostname: Nome do host remoto/cliente/alvo (nó)
Visible nameNome do host, algumas vezes chamado de nó
GroupSelecionar o(s) grupo(s) de hosts ao(s) qual(is) o nó pertence
Agent Interface: Digitar o endereço IP ou o nome DNS (IP recomendado)
Connect toEscolher entre IP / DNS (Forma de comunicação: IP recomendado)

Figura 02

NÃO clique em Add, por favor … O próximo passo são os templates, a setinha amarela (canto superior)

TEMPLATE

Um template é um conjunto de entidades que reduz seu esforço manual na configuração de gatilhos, itens, gráficos, aplicativos, etc. para cada host.

Templates podem ser aplicados a vários hosts ao mesmo tempo. E para diminuir ainda mais o trabalho, o próprio Zabbix já vem com alguns pré-definidos por padrão.

Vá para Templates >> Link new templates. Aqui é possível tanto digitar para pesquisar um modelo quanto clicar em Selecionar para escolher dentre uma lista (Marque o modelo que deseja vincular ao novo host)

Figura 03
Figura 04
Figura 05

Feito isso, redirecionado automaticamente (e de volta) para Configuration >> Hosts

Observe a mensagem (tarja verde) dizendo que o novo host que foi adicionado com sucesso:

Figura 06

MONITOR

Qualquer problema é sempre listado em Monitoring >> Dashboard Então, dirija-se até lá:

Figura 07

Para dados, valores, estatísticas e informações mais detalhadas acerca dos recursos coletados, vá para Monitoring >> Graphs

Escolha um host, procure pelo parâmetro do recurso desejado (CPU, RAM, HD, etc) e finalmente clique em GRAPH, sendo esta a última coluna no canto direito.

Figura 08

Aos mais atentos, percebam que a categoria Monitoring >> (lado esquerdo) possui muitas outras opções, como OVERVIEW, LATEST DATA, MAPS, DISCOVERY, SERVICES … Mas não se preocupem, pois todas elas serão cobertas e tratadas em artigos futuros da série

Bom galera, esse foi o conteúdo que quis trazer para vocês. Como disse no início, o BLOG não pode parar e tenho planejado algumas outras séries ainda este ano. Acredito que vão gostar bastante 😋 Mas primeiro, preciso concluir essas duas em aberto: o Zabbix e o Ansible. Então, já sabem: favorite no seu browser, seja um seguidor por e-mail ou redes sociais, e volte sempre pra checar se não saiu texto novo por aqui.

Grande abraço a todos! Um ótimo fim de semana

REFERÊNCIAS:

https://www.itzgeek.com/how-tos/linux/how-to-add-a-node-to-zabbix-server-for-monitoring.html

https://blog.zabbix.com/zabbix-agent-active-vs-passive/9207/

https://www.zabbix.com/auto_discovery

ZABBIX SERIES: how to … install zbx-agent on centos_7

Saudações 🖖 Agora que a páscoa ficou para trás, e esse é oficialmente o início do 2º ano do BLOG, nada melhor que começar com o pé direito e resgatar a série “pausada” do nosso querido Zabbix … Para tal vamos aprender hoje como instalar os agentes que monitoram toda a atividade no outro lado, nas pontas, ou melhor, nas máquinas alvo (nodes).

O mais legal é: trata-se de um tutorial bem curtinho e fácil de reproduzir. Quando piscarem os olhos verão que já terá acabado. Sendo assim, terminais abertos, usuários logados, e atenção aos comandos necessários. Vem comigo! 🚶‍♂️🚴‍♂

01. REPOSITORIO

Entre como root ou mude para o mesmo:

sudo su -

ou

su -

Devido ao pacote zabbix-agent não estar listado nos repositórios base do CentOS, adicione o endereço correspondente para configurá-lo em sistemas clientes (somente aqueles que deseja monitorar, é claro)

rpm -ivh https://repo.zabbix.com/zabbix/4.0/rhel/7/x86_64/zabbix-release-4.0-1.el7.noarch.rpm

02. PACOTE

Use o comando a seguir para instalar o agente propriamente dito:

yum install -y zabbix-agent

03. ARQUIVO

Modifique o arquivo do cliente para expressividades referentes ao servidor mãe/central:

vi /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf

Atualize as seguintes informações no arquivo de configurações:

### Zabbix Server IP Address or Hostname ###

Server=192.168.1.10

### Client Hostname ###

Hostname=control-A

04. CONTROLE

Reinicie o agente zabbix:

systemctl restart zabbix-agent

Ative o zabbix-agent para um start automático no boot:

systemctl enable zabbix-agent

Fim

Eu avisei (…) O tempo passou e você nem viu 😄 hahaha

Vejo todos na próxima !!!

Tchau 👋

Referências:

https://www.itzgeek.com/how-tos/linux/ubuntu-how-tos/how-to-install-zabbix-agent-on-centos-7-ubuntu-16-04-debian-8.html

ZABBIX Series: Teoria … Convenções = Palavras + Significados

No episodio anterior de MachinesBecomeServices (…) 👀 Vimos basicamente três coisas: o que é Zabbix? qual sua função? aonde utilizá-lo? Além disso, fui um pouco “categórico demais” ao afirmar que a teoria do mesmo se comparado a do Ansible é mais suave e tranquila. Bem, para me redimir e se por acaso ofendi alguém, segue a minha defesa. Ops! Quis dizer, desculpas (rsrs): Teoricamente falando, Ansible > Zabbix !!! Mas relaxem, não precisamos brigar 😅 Esse é tão somente o meu ponto de vista, opinião pessoal, e até mesmo o sentimento que aflora quando comparo um com o outro. (Use os comentários para expressar a sua: Ansible > Zabbix? Ou Zabbix > Ansible?)

Pedido de desculpas feito, papo introdutório terminado. Passemos agora ao contexto desse post ( e antes de tratarmos/abordarmos seu conteúdo na sequência).

CONTEXTUALIZANDO:

Uma vez instalado, nos deparamos com a interface do Zabbix acessível via browser. Primeiro é necessário finalizar algumas etapas de configuração, que na prática são páginas com perguntas e parâmetros a serem respondidos. Depois criar o próprio usuário para não utilizar mais o root/admin. Finalmente, entrar e conferir a página inicial do Zabbix. Nela, é possível exibir gráficos (simples e composto), mapas, telas, dentre outros elementos. E mais, tanto na barra superior (v_4.0) quanto na barra lateral esquerda (v_5.0), estão localizados todos os menus, sub-menus e opções relativas ao Zabbix e ao monitoramento como um todo.

Agradável visualmente e ao mesmo tempo “complexo” à primeira vista, foi pensando nisso, em facilitar as coisas, que a equipe do Zabbix propôs uma convenção entre palavras-termos-significados. O intuito é unir o útil ao agradável. Ou melhor, em outras palavras, auxiliar não apenas o uso, mas também o entendimento acerca do funcionamento da ferramenta por parte dos administradores e analistas.

Veremos que certas palavras/termos, trazem consigo um mero significado para determinado componente (“peça”) do sistema (zabbix). Ex: “isso é aquilo e ponto final”. E outras vezes significam uma ação para determinada tarefa em um local especificado. Ex: “fulano” é “beltrano” que “faz” tal coisa em “sicrano”.

CONVENÇÕES DO ZABBIX:

=== OU MELHOR, COMO SÃO AS COISAS? OU AINDA, COMO A BANDA TOCA? ===

Um brevíssimo crédito ao autor original e sua obra consultada para esta seção…

Nome: Werneck Bezerra Costa

Perfil técnico: https://br.linkedin.com/public-profile/in/werneckcosta?challengeId=AQENq7hye0XNQgAAAXe1oEyTMh3grPgdcN9gQk2A1SNB5KaM0_yJ-Y5t893eNYfqr9Rm_IyXD52hDmmbCeWQ1gHqKs8p6ifQZA&submissionId=ad992420-25df-6416-9570-61eb71224718

Artigo: http://www.revistas.unirn.edu.br/index.php/revistaunirn/article/view/415/358

Meio publicado: http://www.revistas.unirn.edu.br/index.php/revistaunirn/issue/view/27

Quero deixar claro que apenas sintetizei os principais conceitos baseado na leitura desta como também de outras fontes igualmente analisadas e referendadas por entidades, pares e empresas. Reconhecidas tanto na academia quanto no mercado. Todos os links para consulta estão presentes no final deste texto!

1. Host

Dispositivo de rede que possa ser monitorado por IP ou DNS. Ex: servidores, roteadores, desktops, impressoras.

2. Grupo

Conjunto lógico de hosts usando critérios de tipo, função ou localidade. Ex: Grupo Linux, Grupo Windows, Grupo Firewall, Grupo WEB, Grupo E-mail, etc.

3. Item

Dado, peça ou componente (físico/lógico) de determinado host monitorado. Na prática também pode ser chamado de métrica de dados. Ex: disco, memória, serviço (HTTP, NTP), porta, ping.

4. Template

Conjunto de elementos ou “agrupador” de elementos. É um tipo de “container”, um modelo para entidades (itens, triggers, gráficos, telas, aplicações) iguais e comuns entre ativos de rede, por exemplo, servidores virtuais. Ex: Template_Linux_RedHat, Template_Linux_Debian, Template_Web_Apache, Template_Web_NGINX

5. Triggers

Espécie de “supervisor” para itens. Usualmente monitora valores. Apresenta a capacidade de disparo e aviso por meio de e-mails, ou visualmente altera a cor de um item. Ex: Saída para internet inoperante, ou seja, de verde para vermelho.

6. Eventos

Ocorrência gerada pós-ativação de uma trigger. Normalmente algo que merece atenção. Lista dos últimos eventos está presente na interface inicial do usuário no Zabbix.

7. Actions

Resposta pré-definida à determinado evento. Uma ação é formada por condicionantes + operações a serem executadas. Ex: envia mensagem e depois executa um comando remotamente no servidor.

8. Gráfico simples

Criado automático após a adição de um item. O mesmo não permite mudanças estéticas.

9. Gráfico composto

Oposto do simples. Manualmente ou via template para relacionar itens.

10. Mapas

Conjunto de hosts aglutinados visualmente para melhor identificação de eventos e conexões.

11. Telas

Elemento visual composto. É um “aninhador” de informações. Gráficos, mapas e texto em um só local.

12. Aplicação

Grupo/conjunto lógico de itens.

13. API Zabbix

Possibilita o uso do protocolo RPC Json para criar, atualizar e receber objetos Zabbix (como hosts, itens, gráficos, dentre outros) ou executar qualquer tarefa personalizada.

https://www.zabbix.com/documentation/current/pt/manual/concepts/definitions

http://zabbixbrasil.org/files/Network_Conference.pdf

ZABBIX Series: Teoria … Monitoramento e os 3 “Q”s (O que? Por que? Para que?)

A ideia que tenho (e sustento até o momento) para reger a linha temporal, bem como a sequência entre as ferramentas abordadas aqui no BLOG, é a seguinte:

1º mandamento: Sempre que começar uma SÉRIE, terminar o mais breve possível (em um futuro próximo). Nunca, jamais deixá-la no limbo e retomar depois. O raciocínio se perde e a lógica se esvai. 2º mandamento: Manter no ar (online/disponível) no máximo duas ou três SÉRIES simultâneas. Mais que isso, corre o risco de comandos, códigos e conceitos serem trocados, gerando dessa forma uma baita confusão. 3º mandamento: Entre uma SÉRIE e outra, durante seus intervalos, fazer pequenas pausas trazendo conteúdo menos denso. Por exemplo, notícias (NEWS) e extras (PLUS+). A justificativa é dar tempo para efeitos de laboração e assimilação da(s) SÉRIE(s) principal(is).

Pois bem, cientes disso agora, e sem floreios ou enrolação, podemos começar 👍 Avante!

Conceitualmente falando, o Zabbix difere muito se comparado ao Ansible. Principal motivo/razão? O primeiro apresenta uma teoria simples, enxuta, fácil e até mesmo, de tamanho reduzido. Já o último possui uma vasta (pra não dizer enorme) “galáxia” de termos e definições. Metaforicamente, cada um desses seria uma “estrela” atraindo gravitacionalmente “planetas” e suas “luas” (itens e subitens, respectivamente) compondo assim, isoladamente, um “sistema solar”. Porém, uma vez somados, estes próprios formam um grande “sistema” de “sistemas”. Daí a escolha da palavra galáxia. E o que seríamos nesse contexto? Pequenos astronautas, é claro! 👨🏻‍🚀 🚀 Desbravando e contemplando todo o seu esplendor.

Se no passado precisamos de pelo menos três partes (links abaixo), deveras longas, para nos situar diante da teoria do Ansible… Veremos que no presente, e com o Zabbix, é necessário apenas duas postagens, curtas por sinal (diga-se de passagem), para expor todos os elementos que servem de fundamentos teóricos.

ANSIBLE Series: Teoria … Um papo sobre DevOps

https://machinesbecomeservices.com/2020/11/12/ansible-series-intro-parte01-um-papo-sobre-devops/

ANSIBLE Series: Teoria … Dicionário Ansible

https://machinesbecomeservices.com/2020/11/16/ansible-series-introducao-parte02-dicionario-ansible-e-a-importancia-da-automacao/

ANSIBLE Series: Teoria … 5-V Conceitos Fundamentais

https://machinesbecomeservices.com/2021/01/22/ansible-series-teoria-5-v-conceitos-fundamentais/

O QUE É ZABBIX?

É um sistema open source robusto e altamente confiável que estende suas funcionalidades desde o monitoramento de componentes em infraestrutura de TI até processos/análise de indicadores críticos de desempenho para negócios, com monitoramento de dados em tempo real.

Complemento Tecnologia (https://complemento.net.br/zabbix/)

É uma ferramenta que oferece um serviço distribuído de monitoramento, possibilitando o acompanhamento e a geração de alertas e relatórios para auxiliá-lo na gestão e a fazer intervenções em sua infraestrutura de TI.

Mário Neto (https://www.devmedia.com.br/zabbix-monitoramento-de-infraestrutura-revista-infra-magazine-5/24089)

Acima estão dois conceitos, duas fontes, e duas palavras-chave a destacar (uma em cada citação)… ¹ Indicadores e ² Alertas… Simplificando ao máximo: 1) É a interpretação, ou contexto, dos resultados advindos de uma medição realizada em determinado componente de um sistema. 2) Refere-se a uma mensagem cujo objetivo é avisar que algo aconteceu (evento) fora do comportamento esperado, o que pode indicar na maioria das vezes uma possível anomalia.

Pontuados e esclarecidos tais termos, e antes de passar para a próxima seção, deixo a seguir a minha definição para o Zabbix. Não que a mesma vá de encontro, bata de frente com outros conceitos. Não. O intuito é apenas registrar com palavras próprias o meu entendimento.

Trata-se de uma solução aberta, gratuita, acessível via WEB, para monitorar toda sorte de itens, sejam eles: (a) componentes e sistemas, (b) hardware e software, (c) aplicações e serviços, (d) métricas e parâmetros, entre muitos outros. Ex: utilização da rede, carga de CPU, espaço em disco, integridade de peças e equipamentos, etc.

POR QUE MONITORAR?

Qualquer ambiente/infraestrutura/rede de uma empresa (pequena, média ou grande), atualmente apresenta uma natureza heterogênea. Servidores Linux, Estações Windows, Macbooks/iMacs, Blades HP, Roteadores Cisco… Esses são só alguns para exemplificar. Na prática, gerenciar e concatenar diversos softwares, equipamentos distintos, fornecedores com marcas diferentes, e afins, é um desafio a ser superado todos os dias pelas equipes de TI. Então, saber o que está acontecendo e ao mesmo tempo ser proativo (não reativo!), deixa de ser um mero detalhe e passa ao status de primordial. Somente assim é possível alcançar uma boa gestão, fazendo intervenções precisas (quase cirúrgicas) no datacenter e seus elementos, lógicos ou físicos. Portanto, a resposta para: por que monitorar? é a seguinte… Evitar, mitigar ou até mesmo eliminar sinistros, bugs, anomalias, sintomas adversos, enfim, todo tipo de problema (maior ou menor).

Em sua maior parte, o Zabbix desempenha e opera funções de forma visual. Opções como gráficos, mapas, tabelas de histórico, alertas interativos, notificações via email – jabber/xmpp – SMS, estão presentes e inteiramente disponíveis ao administrador, analista, ou equipe responsável.

PARA QUE?

Sem rodeios, direto ao ponto, o Zabbix serve para garantir:

  • Qualidade de links e conectividade de redes;
  • Utilização justa e igualitária de banda;
  • Saúde dos ativos de rede (roteadores , switches, access points, etc);
  • Serviços em perfeita execução;
  • Descoberta de novos servidores e dispositivos na rede.
** Lista completa **

https://www.zabbix.com/features

https://www.zabbix.com/br/solutions

(+) Bonus: Scenarios designed by Zabbix LLC

Figura 01. Coleta de métricas
Figura 02. Detecção de problemas
Figura 03. Painel único e customizável
Figura 04. Notificações
Figura 05. Facilidade nos Deploys
Figura 06. Autodescoberta

REFERÊNCIAS:

https://www.zabbix.com/

https://complemento.net.br/zabbix/

https://www.devmedia.com.br/zabbix-monitoramento-de-infraestrutura-revista-infra-magazine-5/24089

TO BE CONTINUED …

( Continua no próximo episódio … )

👀👀👀